Post Inicial … Prós e Contras do Ubuntu.

Olá a todos! Saudações!!! Iniciarei minhas postagens falando os prós e contras de usar o ubuntu, primeiramente falaremos um pouco do que é o Ubuntu.

O Ubuntu é um sistema operacional e distribuição Linux baseada em Debian desenvolvida pela empresa Inglesa Canonical Ltd, uma empresa dirigida pelo empresário Sul Africano Mark Shuttleworth. Canonical gera receita através da venda de apoio técnico e outros serviços relacionados com Ubuntu.

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# Pontos Positivos

fonte:  diolinux.com.br
artigo: http://www.diolinux.com.br/2015/09/7-coisas-sobre-linux-que-todo-usuario-windows-deve-saber.html

Se você é usuário Windows e ouviu falar de Linux (mal) mas mesmo assim tem aquela curiosidade sobre o sistema e só não testou ainda porque “sempre tem algo que te impede” este artigo é justamente para você, selecionamos aqui 7 coisas sobre o Linux que todo usuário Windows deve saber.

Características do Linux que todo usuários Windows deve conhecer

Eu adoro listas! Elas podem ajudar a quebrar muitos mitos, é incrível! Então eu separei aqui 7 “coisas” sobre o Linux que todo usuário que não usa o sistema deve conhecer para acabar com seus preconceitos se eventualmente os tiver.

1 – Você pode testar sem instalar

Já ouviu falar de “Live CD”? Para ser mais exato hoje os termos estão mais para “Live DVD” ou “Live Pen Drive”, mas de qualquer forma a lógica é a mesma. Praticamente toda as distribuições Linux são distribuídas no modo “Live”, baixe a ISO, coloque em um mídia ou em um pen drive e rode o sistema à partir da memória RAM, isso mesmo! Você não precisa instalar o sistema para testá-lo, você pode rodar ele pelo modo de experimentação e se gostar do que ver pode instalar, temos um tutorial de instalação em bacana aqui.

2 – Procurar por driver é algo raro

Um engano comum quando se fala do suporte de Linux a hardware é apontar que no site dos fabricantes normalmente você não encontra para download arquivos de instalação para distribuições Linux, isso poderia sugerir que não há suporte para o sistema, entretanto, em mais de 95% dos casos (chutando estatística aqui, pelo menos foi assim em minha experiência), os únicos drivers que serão necessários baixar serão os de vídeo e em distros como o Ubuntu o próprio sistema vai te ajudar a fazer isso. Para todo o resto é basicamente ligar e usar, nada melhor não é?

3 – Instalar programas é algo fácil

Gerenciador de pacotes como a Central de Programas do Ubuntu fornecem uma interface simples e fácil para instalar aplicações, lembra de certa forma a maneira de instalar aplicativos no Android, é um “mercadinho” onde você buscar por aplicações, navega por categorias, etc.

Outras pessoas procuram tutoriais na internet e acabam encontrando os famosos comandos no terminal para instalar algumas coisas, como adicionar repositórios de softwares e coisas do tipo, bom a razão para isso é porque eles são muito práticos e rápidos e basicamente tudo o que você tem a fazer é copiar e colar, COPIAR E COLAR, isso não é complicado é? Acho que é mais complicado ficar desviando de instalações de “Baidus” por aí, como se não bastasse existem por aí também os pacotes .deb que funcionam como o .exe do Windows que você instala dando dois cliques e a adição de repositórios não precisa ser feita necessariamente com comandos, ensinamos neste post como instalar estes programas sem usar comandos, clique aqui para ver.

4 – Só usa terminal quem quer

É verdade que em distros Linux antigas era necessário usar muito o terminal para fazer de tudo, assim como até mesmo o Windows um dia foi mais complicado as distros Linux também evoluíram e hoje em dia só usa terminal quem quer.

É uma coisa que você tem que ter em mente, o terminal é uma FERRAMENTA, uma ferramenta e tanto diga-se de passagem, que você pode escolher usar ou não, distros como o Ubuntu e o Linux Mint podem ser operadas sem problemas usando apenas a interface, deixa de preconceito!

5 – Ninguém aqui odeia o Windows

Ok, eu não posso falar por todas as pessoas, mas posso falar por mim mesmo. Eu reconheço as qualidades que o Windows tem e vejo que muitas das coisas que as pessoas apontam como diferenciais do sistema são na verdade questão mercadológica, um programa que roda na plataforma, um game, algo assim, ou seja, não são exatamente características do Windows, são programas feitos por terceiros.

Como odiar não serve para nada, quer dizer, talvez sirva para ter um infarto… realmente eu aconselho as pessoas a só migrarem para o Linux quando ele for uma boa alternativa e as questões mercadológicas não vão interferir no trabalho da pessoa; por experiência própria, uma boa distro Linux para desktop satisfaz a maioria dos usuários desde que o mesmo esteja disposto a aprender coisas novas, este é um ponto crucial.

Dual Boot também não é nada de mais, o Ubuntu faz isso automaticamente pra você na hora da instalação, conheço várias pessoas que usam Linux e Windows em dual boot, usando o Linux para tudo, inclusive para jogar e só ligando o Windows para jogar alguns títulos que por ventura não estejam no Linux ainda.

Ah! E se você achar um hater/fanboy por aí você sabe o que fazer, ignora eles que eles morrem de solidão. xD

6 – Linux tem jogos sim!

É muita ignorância em pleno 2015 dizer que Linux não tem games, 25% da Steam já roda no Linux, a única coisa que cabe ser observada é qual game você deseja e se ele já tem suporte nativo para o sistema, a tendência com as Steam Machines da Valve chegando é que a cada dia mais games saiam.

Sendo honesto, o Linux ainda tem muito para melhorar, ele virou um sistema para jogos há 3 anos apenas, não dá para comparar com os pelo menos 15 anos de pleno desenvolvimento de games para Windows, entretanto, as coisas devem evoluir, o próximo ano promete muitas novidades neste sentido, novos drivers, nova API gráfica, novo Kernel e daí por diante.

7 – Seguro, robusto, confiável

Como o número 7 termina a minha lista e ainda ainda tenho mais alguns pontos para comentar, vamos colocar todos juntos aqui.

Como bem disse Linus Torvalds, o criador do Linux, nenhum sistema é livre de problemas e erros, e de todos os sistemas operacionais disponíveis atualmente os que são baseados em Linux são os mais seguros, você pode entender um pouco melhor do porque disso clicando aqui.

O Linux é definitivamente um sistema para computação pesada, os maiores computadores do mundo rodam Linux, servidores do Google, Facebook, Twitter, Amazon, HP, IBM e até mesmo da Microsoft usam Linux, aliás é bom lembrar que “Linux” é o Kernel e quando se fala em “Linux” se está falando de qualquer sistema que use esta base, ou seja, basicamente a internet e a maior parte da nossa tecnologia atual roda justamente por conta do Linux, desde relógios de pulso, passando pelos populares smartphones até as sondas espaciais da NASA, é mais fácil perguntar quem não usa Linux…

Dado todo o mecanismo desde o seu computador até você ver este artigo e comentar nele, mesmo que você esteja utilizando o Windows ou Mac OSX no momento, muito provavelmente você usou muito mais Linux do que outro sistema para ler este artigo.

Outro ponto interessante é a confiança, como todo projeto aberto ao público, programas open source são estatisticamente mais seguros pois seus eventuais bugs são corrigidos rapidamente ou raramente são explorados, seus dados e arquivos são seus!

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# Contras

fonte:  Felipe Saraiva Blog
artigo: http://blog.filipesaraiva.info/?p=1506

Ubuntu: traidor do movimento ou de (ingênuas) expectativas?

Quem acompanha a comunidade software livre brasileira deve estar a par das recentes discussões sobre o pedido para não recomendação e não instalação do Ubuntu no FLISOL, Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre, evento em rede voltado para instalar distros GNU/Linux e outros softwares livres. As discussões começaram a partir de um abaixo-assinado lançado pelo Anahuac, continuaram na lista PSL-Brasil e FLISOL, e culminaram com a recomendação do coordenador brasileiro do evento, Thiago Paixão, para que os grupos brasileiros boicotem o Ubuntu – um eco um tanto tardio de um pedido que o Stallman fez em 2013.

Antes de partir para o texto em si cabe duas declarações para contextualizar os leitores sobre os posicionamentos do autor: 1) Não uso Ubuntu e nem tenho qualquer relação com a Canonical. Minha história com essa distro durou apenas 3 semanas no ano de 2006 – voltei pro Kurumin porque não gostei do Gnome (desculpem amigos Gnomos :)); 2) De fato o spyware que o Ubuntu instala por padrão nos computadores do usuário é algo sim muito nocivo, e apenas esse motivo justificaria o pedido de não recomendação do sistema em qualquer roda de ativistas de software livre.

Isso exposto me preocupa muito o andamento que as discussões tomaram, principalmente os argumentos que apontam o Ubuntu como uma distro que não é software livre. Esses argumentos no geral se embasam em duas premissas: os blobs binários e o fato da Canonical ter “virado as costas pra comunidade”, ou algo do gênero.

Sobre a questão dos blobs binários infelizmente isso é um problema que os desenvolvedores do kernel Linux e, por extensão, as principais distros, se defrontam. Muitos fabricantes de hardware só disponibilizam os drivers para Linux num formato binário, sem código-fonte. Os desenvolvedores do Linux tiveram que escolher: é melhor suportar o hardware com software privativo ou não suportar o hardware? Eles escolheram a primeira opção e isso acabou desembarcando nas distros em geral.

Portanto, blobs binários são entregues com todas as distros mais conhecidas. Não é exclusividade do Ubuntu: o Debian tem, o Fedora, OpenMandriva, Mageia, OpenSUSE, Chakra, Arch, e muitas outras. A FSF mantém uma página explicando isso, e por esse motivo recomenda apenas a instalação de distros que eliminaram esses blobs, como o Trisquel.

Mas aí a questão que os desenvolvedores do kernel se perguntaram continua, e para mim ela é bastante complexa: é melhor instalar os blobs e ter o hardware funcionando ou ficar sem poder utilizar esse hardware? Claro que é melhor hardware que funciona com driver livre, mas as vezes o usuário não tem acesso a esse tipo de dispositivo. Para mim é melhor ter um sistema operacional 90% livre do que entregar um pen drive com alguma distro recomendada pela FSF para um usuário com hardware não suportado e dizer “da próxima vez traga um computador que não precise de blobs pra funcionar corretamente”, como chegaram a propor.

Mas voltando ao tema, por que apenas o Ubuntu será condenado por uma prática comum às demais distros?

O segundo ponto seria a Canonical destratar a sua comunidade. Nos últimos anos temos visto um movimento forte da empresa em dar foco ao Ubuntu e implementar uma certa visão ao sistema operacional que o tornaria compatível com smartphones, televisões, tablets e outras mais. Nesse sentido vimos a Canonical tirando suporte (e por consequência demitindo funcionários) de diversos remixes do Ubuntu mantidos oficialmente por ela, como o Kubuntu, Xubuntu e Edubuntu; a criação de um ambiente desktop próprio, o Unity, após o pessoal do Gnome não ter se mostrado muito receptivo às modificações que a companhia gostaria de ver; a criação de um servidor gráfico próprio, o Mir, que foi anunciado com muitas críticas – equivocadas – ao servidor que demais comunidades e empresas estão desenvolvendo, o Wayland; entre outras.

Todas essas medidas deixaram insatisfeitos parte da comunidade Ubuntu, em especial o pessoal mais velho que viu a distro crescer desde o começo; entretanto, estas iniciativas parecem não ter afetado uma certa base de usuários mais jovem. De qualquer forma, o ponto aqui é que todas as medidas relacionadas a software que a Canonical tomou são software livre. O código está disponível, tanto do Unity quanto do Mir, e é até irônico que as principais licenças que utilizam seja a versão 3 da GPL e LGPL.

É importante que saibamos separar nossas expectativas, gostos e frustrações daquilo que se espera de um movimento. Infelizmente (e coloco um infelizmente sem ironia), Stallman nunca colocou que o software livre seria um movimento anti-empresarial. Para ele, software livre é sobre respeito ao usuário, que este tenha os meios de entender o que está acontecendo na sua máquina, e que não seja controlado por ela. Não é sobre julgamentos morais se uma empresa baseada em software livre agiu certo ou errado quando tomou tal direcionamento, a despeito ou não de sua comunidade.

O Ubuntu sempre foi uma distro com uma empresa por trás – a Canonical. Não há porque se frustrar quando a empresa *dona* do projeto resolve dar direcionamento diferente do que os usuários desejavam. Empresas fazem isso. Parece que o pessoal levou a sério demais o slogan Linux for human beings. É muito comum vermos empresas adotarem a prática dos slogans bonitinhos, mas só ingenuidade para acreditar que uma empresa é realmente aquilo que a propaganda dela apresenta. É como pensar que o Pão de Açúcar realmente se importa com você quando pergunta “o que faz você feliz?”; ou que o McDonald’s é aquela tia distante que recebe uma visita surpresa sua e fala, maternal, “que bom que você veio”. Ou que para a Coca-Cola não importa que você tome mais e mais a água-com-gás-açúcar-e-toxinas deles, mas sim que você “abra a felicidade”.

Qual a solução para isso? Contribua com distros realmente comunitárias. Estive na mesa crossdistro no FISL15 como membro da comunidade Mageia e comentei sobre isso. Não critico quem contribui com distros gerenciadas por empresas, cada um faz o que quer, mas eu não faço isso. Por esse motivo, quando o Mageia nasceu como uma distro comunitária a partir do fork do Mandriva, pulei junto com o grupo (e também porque havia um certo ar de “fábrica ocupada” no Mageia que dava um charme adicional ao projeto e foi fundamental para eu decidir seguir com eles =)). Em distros comunitárias há transparência e regras de governança estabelecidas que permitem que quem de fato dita as regras da distro é sua comunidade, e não o gerente de projetos de uma empresa qualquer. Há várias distros assim, como o Debian, exemplo mais famoso. Só seguir em frente e trabalhar para um projeto que você realmente se reconheça nele.

Pensando o software livre em termos de projeto, temos que entender que software livre se relaciona ao código, não ao gerenciamento.

Sobre o Ubuntu, espero que a Canonical realmente cumpra a promessa de remover o spyware na próxima versão da distro, 15.04, que deve sair 2 dias antes do FLISOL (!!!). Para mim, quando isso acontecer, a distro voltará a ser como outra distro qualquer, com seu gerenciamento próprio, suas metodologias, comunidade e etc, mas acima de tudo escrevendo código utilizando licenças livres e lançando software que respeita seus usuários.

Sobre a comunidade de software livre, espero que possamos perceber que não há um problema específico do Ubuntu aqui, e que então sigamos em frente nos focando em alguma das outras intricadas questões que a sociedade nos coloca dia após dia.

Filipe Saraiva é desenvolvedor na comunidade KDE e empacotador na comunidade Mageia

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# Meu ponto de vista

Concordo em gênero e grau com ambos os pontos de vista, mas na minha opinião o que pesa, são os custos e ter um sistema que funcione corretamente com meu hardware, sou usuário do Linux há vários anos, tentei varias outras distribuições, e tive problemas em varias delas, sempre busquei informações em diversos fóruns tanto brasileiros quanto gringos, na maioria das vezes achava mais respostas em fóruns e blogs gringos do que nos brasileiros.

Até o momento que comecei a usar o Ubuntu, percebi que tinha muito mais apoio em relação a resolver problemas em fóruns oficiais e diversos blogs pessoais, como um usuário iniciante no Linux, me senti acolhido usando o Ubuntu, ele tem muitas coisas boas mas tem algumas limitações (especialmente para uso de bancos e preenchimento de alguns formulários) eu recomendo fazer um dual-boot Windows e Ubuntu, caso vc tenha apenas um HD ou com dois HDs instalar os sistemas de forma independente, cada sistema em um HD.

Eu posso falar com propriedade, no uso da o internet e vídeos, o Ubuntu é o melhor sistema,
Levando em conta, que o pacote de aplicativos padrão supre as necessidades básicas da maioria das pessoas. Contudo se vc fizer como eu e se aventurar pelo terminal tera muito mais a ganhar eu garanto!!!!
Você não fica limitado à central de programas, vale a pena… perca o medo do terminal!!!!

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